sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Adeus ano velho


Fui procurar no Santo Google algo legal para colocar aqui sobre o Ano Novo. Achei coisas interessantes na Wikipédia:



"O Ano-Novo ou Réveillon é um evento que acontece quando uma cultura celebra o fim de um ano e o começo do próximo. Todas as culturas que têm calendários anuais celebram o "Ano-Novo". A celebração do evento é também chamadaréveillon, termo oriundo do verbo francês réveiller, que em português significa "despertar".

A comemoração ocidental tem origem num decreto do governador romano Júlio César, que fixou o 1 de janeiro como o Dia do Ano-Novo em 46 a.C. Os romanos dedicavam esse dia a Jano, o deus dos portões. O mês de Janeiro, deriva do nome de Jano, que tinha duas faces - uma voltada para frente e a outra para trás."


A Escócia tem uma tradição de Ano Novo muito peculiar:

"Na Escócia há muitos costumes especiais associados ao Ano-Novo - como a tradição de ser a primeira pessoa a pisar a propriedade do vizinho, conhecida como first-footing (primeira pisada). São também dados presentes simbólicos para desejar boa sorte, incluindo biscoitos."

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Diferença entre original e a cópia

Um jovem noviço chegou ao monastério e lhe deram a tarefa de ajudar os outros monges a transcrever os antigos cânones e regras da Igreja.

Ele se surpreendeu ao ver que os monges faziam seu trabalho a partir de cópias e não dos manuscritos originais.

Foi falar com o abade e explicou que, se alguém cometesse um erro na primeira cópia, esse erro se propagaria em todas as cópias posteriores.

O abade lhe respondeu que há séculos copiavam da cópia anterior, mas que achava procedente a observação do noviço.

Na manhã seguinte, o abade desceu até as profundezas da caverna no porão do monastério, onde eram conservados os manuscritos e pergaminhos originais intocados há muitos séculos.

Passou-se a manhã, a tarde, depois a noite, sem que desse sinal de vida.

Preocupado, o jovem noviço decidiu descer e ver o que estava acontecendo.

Encontrou o abade completamente descontrolado, com as vestes rasgadas, batendo a cabeça nos veneráveis muros.

Espantado, o jovem monge perguntou:


-- Abade, o que aconteceu?

-- Aaaaaaaahhhhhhhhhh!!!
CARIDADE...CARIDADE!!!
Eram votos de "CARIDADE" que tínhamos que fazer.
E não de "CASTIDADE"!!!

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

ESTÁTUA VOLTA À ITÁLIA DEPOIS DE TOURNÉ NOS EUA

Depois de dois anos nos Estados Unidos, a estátua de David, de Michelangelo, vai embarcar de volta para Itália.






domingo, 26 de dezembro de 2010

A advogada e o surdo-mudo

Um chefão da Máfia descobriu que seu contador havia desviado dez milhões de dólares do caixa.

O contador era surdo-mudo, por isto fora admitido, pois nada poderia ouvir e em caso de um eventual processo, não poderia depor como testemunha.

Quando o chefão foi dar um arrocho nele sobre os US$10 milhões, levou junto sua advogada, que sabia a linguagem de sinais dos surdos-mudos.

O chefão perguntou ao contador:

- Onde estão os U$10 milhões que você levou?

A advogada, usando a linguagem dos sinais, transmitiu a pergunta ao contador que logo respondeu (em sinais):

- Eu não sei do que vocês estão falando.

A advogada traduziu para o chefão:

- Ele disse não saber do que se trata.

O mafioso sacou uma pistola 45 e encostou-a na testa do contador, gritando:

- Pergunte a ele de novo!

A advogada, sinalizando, disse ao infeliz:

- Ele vai te matar se você não contar onde está o dinheiro!

O contador sinalizou em resposta:

- OK, vocês venceram, o dinheiro está numa valise marrom, de couro, que está enterrada no quintal da casa de meu primo Enzo, no nº 400, da Rua 26, quadra 8, no bairro Santa Marta!

O mafioso perguntou para advogada:

- O que ele disse?

A advogada respondeu:

- Ele disse que não tem medo de Viado e que você não é macho o bastante para puxar o gatilho, seu Corno!!!

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Nesta véspera de Natal, um pouco de filosofia Calviniana!

Natal é sempre é uma época difícil para o Calvin! Adoro as discussões filosóficas que ele tem com Haroldo. Esta sobre a relatividade do Bem e do Mal é ótima!

Fiquem com ela.

Estes são meus votos de FELIZ NATAL a todos que passam por aqui!


terça-feira, 21 de dezembro de 2010

O testamento de Beethoven

"O Testamento de Heilingenstadt é um documento escrito por Ludwig van Beethoven, datado de 1802. Trata-se de uma carta manuscrita, originalmente destinada aos dois irmãos Caspar Anton Carl van Beethoven (1774-1815) e Nicolaus Johann van Beethoven (1776-1848), e que nunca lhes foi enviada – e que ficou guardada numa gaveta da sua secretária em Viena, encontrada só depois da sua morte – , onde reflete, desesperado, a tragédia da sua surdez. Beethoven encontrava-se, por recomendação médica, a descansar na pequena aldeia de Heilingenstadt, perto de Viena, e aí teve uma profunda crise depressiva, cogitando seriamente o suicídio. Era um pensamento forte e recorrente. O que o fez mudar de ideias? “Foi a arte, e apenas ela, que me reteve. Ah, parecia-me impossível deixar o mundo antes de ter dado tudo o que ainda germinava em mim!”, escreveu na carta. A sinfonia nº 3, «Eroica» – a sua primeira obra monumental – aparece depois da crise fundamental de Heilingenstadt." (Fonte: Wikipedia.org)


Lendo este documento consegui entender melhor alguns aspectos da vida e da personalidade de Beethoven, que me fizeram admirar ainda mais sua grande alma!


"Ó homens que me tendes em conta de rancoroso, insociável e misantropo, como vos enganais. Não conheceis as secretas razões que me forçam a parecer deste modo. Meu coração e meu ânimo sentiam-se desde a infância inclinados para o terno sentimento de carinho e sempre estive disposto a realizar generosas acções; porém considerai que, de seis anos a esta parte, vivo sujeito a triste enfermidade, agravada pela ignorância dos médicos. Iludido constantemente, na esperança de uma melhora, fui forçado a enfrentar a realidade da rebeldia desse mal, cuja cura, se não for de todo impossível, durará talvez anos! Nascido com um temperamento vivo e ardente, sensível mesmo às diversões da sociedade, vi-me obrigado a isolar-me numa vida solitária. Por vezes, quis colocar-me acima de tudo, mas fui então duramente repelido, ao renovar a triste experiência da minha surdez!

Como confessar esse defeito de um sentido que devia ser, em mim, mais perfeito que nos outros, de um sentido que, em tempos atrás, foi tão perfeito como poucos homens dedicados à mesma arte possuíam! Não me era contudo possível dizer aos homens: “Falai mais alto, gritai, pois eu estou surdo”. Perdoai-me se me vedes afastar-me de vós! Minha desgraça é duplamente penosa, pois além do mais faz com que eu seja mal julgado. Para mim, já não há encanto na reunião dos homens, nem nas palestras elevadas, nem nos desabafos íntimos. Só a mais estrita necessidade me arrasta à sociedade. Devo viver como um exilado. Se me acerco de um grupo, sinto-me preso de uma pungente angústia, pelo receio que descubram meu triste estado. E assim vivi este meio ano em que passei no campo. Mas que humilhação quando ao meu lado alguém percebia o som longínquo de uma flauta e eu nada ouvia! Ou escutava o canto de um pastor e eu nada escutava!

Esses incidentes levaram-me quase ao desespero e pouco faltou para que, por minhas próprias mãos, eu pusesse fim à minha existência. Só a arte me amparou! Pareceu-me impossível deixar o mundo antes de haver produzido tudo o que eu sentia me haver sido confiado, e assim prolonguei esta vida infeliz. Paciência é só o que aspiro até que as parcas inclementes cortem o fio de minha triste vida. Melhorarei, talvez, e talvez não! Mas terei coragem. Na minha idade, já obrigado a filosofar, não é fácil, e mais penoso ainda se torna para o artista. Meu Deus, sobre mim deita o Teu olhar! Ó homens! Se vos cair isto um dia debaixo dos olhos, vereis que me julgaste mal! O infeliz consola-se quando encontra uma desgraça igual à sua. Tudo fiz para merecer um lugar entre os artistas e entre os homens de bem.

Peço-vos, meus irmãos (Karl e Johann) assim que eu fechar os olhos, se o professor Schimith ainda for vivo, fazer-lhe em meu nome o pedido de descrever a minha moléstia e juntai a isto que aqui escrevo para que o mundo, depois de minha morte, se reconcilie comigo. Declaro-vos ambos herdeiros de minha pequena fortuna. Reparti-a honestamente e ajudai-vos um ao outro. O que contra mim fizestes, há muito, bem sabeis, já vos perdoei. A ti, Karl, agradeço as provas que me deste ultimamente. Meu desejo é que seja a tua vida menos dura que a minha. Recomendai a vossos filhos a virtude. Só ela poderá dar a felicidade, não o dinheiro, digo-vos por experiência própria. Só a virtude me levantou de minha miséria. Só a ela e à minha arte devo não ter terminado em suicídio os meus pobres dias. Adeus e conservai-me vossa amizade.

Minha gratidão a todos os meus amigos. Sentir-me-ei feliz debaixo da terra se ainda vos puder valer. Recebo com felicidade a morte. Se ela vier antes que realize tudo o que me concede minha capacidade artística, apesar do meu destino, virá cedo demais e eu a desejaria mais tarde. Entretanto, sentir-me-ei contente pois ela me libertará de um tormento sem fim. Venha quando quiser, e eu corajosamente a enfrentarei.

Adeus e não vos esqueçais inteiramente de mim na eternidade. Bem o mereço de vós, pois muitas vezes, em vida, preocupei-me convosco, procurando dar-vos a felicidade.

Sede felizes!

Helligenstadt, 6 de Outubro de 1802.

Ludwig van Beethoven.





sábado, 18 de dezembro de 2010

Sticky and Sweet Tour

Faz exatamente dois anos que eu estava na pista VIP prestigiando mais um show da Madonna. Tomara que a próxima turnê venha logo!

O meu braço é o de baixo! O outro é da minha amiga Paty!













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Adote um pet neste Natal

Campanha mostra ex-cães abandonados esbanjando felicidade enquanto se preparam para o Natal em seus novos lares.


sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Como dobrar lençol com elástico

O Rafa tem uma técnica parecida, que funciona bem. Esta dica do vídeo também é muito legal. Eu não faço nenhum dos dois. A minha técnica é: enrolar tudo na mão e tacar dentro do guarda-roupa, num lugar bem fundo para minha mãe não ver!

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Ludwig van Beethoven


Hoje, 240 anos do seu nascimento. Ele é um dos meus compositores preferidos. Não vou ficar aqui falando e discorrendo sobre ele, pois qualquer pesquisa no Google faz isto muito melhor que eu. Porém deixo aqui uma frase que li e que acho bem representativa desta grande alma:

"O resumo de sua obra é a liberdade", observou o crítico alemão Paul Bekker (1882-1937), "a liberdade política, a liberdade artística do indivíduo, sua liberdade de escolha, de credo e a liberdade individual em todos os aspectos da vida."

Este era Beethoven.


quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Perdida e não localizada, NUNCA MAIS!

Faz pelo menos uns 9 meses que moro aqui em Campinas. Resolvi tomar vergonha na cara e ir atrás de um mapa para conhecer um pouco melhor a cidade. É muito chato ouvir as pessoas falarem dos bairros e você nem saber para que lado fica o lugar. Também precisava saber quais as cidades vizinhas, como Paulínia e Vinhedo, e sua localização.
Resolvi meu problema um belo dia quando estava no aeroporto. Lá tem o típico balcão de informações turísticas que toda cidade tem (ou deveria ter). Consegui um mapa de Campinas e colei na parede do meu quarto, onde está minha escrivaninha. Ele tem os pontos turísticos da cidade e os mapas de três distritos (que são quatro no total), dentre eles o de Barão Geraldo, que é onde eu moro. Agora, quando tenho alguma dúvida de localização é só recorrer ao meu simpático mapa! Vejam se não ficou legal:



terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Rosie: um resgate no deserto

No twitter eu sigo o @ANDAnews, uma Agência de Notícias de Direitos Animais
(http://www.anda.jor.br). Dia desses eles postaram um link com um vídeo sobre o resgate de uma cadelinha que foi abandonada em pleno deserto. Ela foi salva por causa de um cartaz que uma senhora colocou quando a viu lá e não conseguiu resgatá-la. Ele criou uma rede solidária que possibilitou o resgate da cadelinha.
Aqui é possível assistir o vídeo. Recomendo, pois não tem cenas tristes e o final é feliz!
O cartaz que salvou a vida de Rosie pode ser visto aqui.


sábado, 11 de dezembro de 2010

No clima do Natal

Ontem eu e o Rafael fomos à 25 de Março fazer umas compras de Natal. Meu objetivo era comprar alguns enfeites para a casa e acabei saindo de lá com uma árvore de Natal e várias coisas para pendurar nela.
Eu adoro Natal e esta época de fim de ano. Acho muito divertido decorar a casa e se preparar para a grande noite, comprando presentes, pensando nos convidados e nos pratos a serem feitos. É uma época muito legal e parece que o bom sentimento surge no coração das pessoas quando elas estão confraternizando e desejando, umas às outras, um Feliz Natal.
De minha parte, desejo um Feliz Natal a todos com um vídeo que recebi da minha amiga Eva.

domingo, 5 de dezembro de 2010

Ainda no clima da campanha contra a AIDS



Tecnologia

Recebi da minha mãe...

Haroldo tirou o papel do bolso, conferiu a anotação e perguntou à balconista:
- Moça, vocês têm pen drive?

- Temos, sim.
- O que é pen drive? Pode me esclarecer? Meu filho me pediu para comprar um.
- Bom, pen drive é um aparelho em que o senhor salva tudo o que tem no computador.
- Ah, como um disquete...
- Não. No pen drive o senhor pode salvar textos, imagens e filmes.
O disquete, que nem existe mais, só salva texto.
- Ah, tá bom. Vou querer.
- Quantos gigas?
- Hein?
- De quantos gigas o senhor quer o seu pen drive?
- O que é giga?
- É o tamanho do pen.
- Ah, tá. Eu queria um pequeno, que dê para levar no bolso sem fazer muito volume.
- Todos são pequenos, senhor. O tamanho, aí, é a quantidade de coisas que ele pode arquivar.
- Ah, tá. E quantos tamanhos têm?
Dois, quatro, oito, dezesseis gigas...
- Hmmmm, meu filho não falou quantos gigas queria.
- Neste caso, o melhor é levar o maior.
- Sim, eu acho que sim. Quanto custa?
- Bem, o preço varia conforme o tamanho. A sua entrada é USB?
- Como?
- É que para acoplar o pen no computador, tem que ter uma entrada compatível.
- USB não é a potência do ar condicionado?
- Não, aquilo é BTU.
- Ah! É isso mesmo. Confundi as iniciais. Bom, sei lá se a minha entrada é USB.
- USB é assim ó: com dentinhos que se encaixam nos buraquinhos do computador.
O outro tipo é este, o P2, mais tradicional, o senhor só tem que enfiar o pino no buraco redondo.
- He he he! O seu computador é novo ou velho? Se for novo é USB, se for velho é P2.
- Acho que o meu tem uns dois anos. O anterior ainda era com disquete. Lembra do disquete?
Quadradinho, preto, fácil de carregar, quase não tinha peso.
O meu primeiro computador funcionava com aqueles disquetes do tipo bolacha,
grandões e quadrados. Era bem mais simples, não acha?
- Os de hoje nem têm mais entrada para disquete. Ou é CD ou pen drive.
- Que coisa! Bem, não sei o que fazer. Acho melhor perguntar ao meu filho.
- Quem sabe o senhor liga pra ele?
- Bem que eu gostaria, mas meu celular é novo, tem tanta coisa nele que
ainda não aprendi a discar.
- Deixa eu ver. Poxa, um Smarthphone! Este é bom mesmo! Tem Bluetooth, woofle,
brufle, trifle, banda larga, teclado touchpad, câmera fotográfica, filmadora,
radio AM/FM, TV, dá pra mandar e receber e-mail, torpedo direcional, micro-ondas e
conexão wireless.
- Micro-ondas? Dá para cozinhar nele?
- Não senhor. Assim o senhor me faz rir. É que ele funciona no sub-padrão,
por isso é muito mais rápido.
- E Bluetooth? Estou emocionado. Não entendo como os celulares anteriores
não possuíam Bluetooth.
- O senhor sabe para que serve?
- É claro que não.
- É para um celular comunicar com outro, sem fio.
- Que maravilha! Essa é uma grande novidade! Mas os celulares já não se
comunicam com os outros sem usar fio? Nunca precisei fio para ligar para outro celular.
Fio em celular, que eu saiba, é apenas para carregar a bateria...
- Não, já vi que o senhor não entende nada, mesmo.

Com o Bluetooth o senhor passa os dados do seu celular para outro, sem usar fio.
Lista de telefones, por exemplo.
- Ah, e antes precisava fio?
- Não, tinha que trocar o chip.
- Hein? Ah, sim, o chip. E hoje não precisa mais chip...
- Precisa, sim, mas o Bluetooth é bem melhor.
- Legal esse negócio do chip. O meu celular tem chip?
- Momentinho... Deixa eu ver... Sim, tem chip.
- E faço o quê, com o chip?
- Se o senhor quiser trocar de operadora, portabilidade, o senhor sabe.
- Sei, sim, portabilidade, não é?, claro que sei. Não ia saber uma coisa dessas, tão simples?
Imagino, então que para ligar tudo isso, no meu celular, depois de fazer um curso de dois meses,
eu só preciso clicar nuns duzentos botões...
- Nããão! É tudo muito simples, o senhor logo apreende. Quer ligar para o seu filho?
Anote aqui o número dele. Isso. Agora é só teclar, um momentinho, e apertar no botão
verde... pronto, está chamando.
Haroldo segura o celular com a ponta dos dedos, temendo ser levado pelos ares,
para um outro planeta:
- Oi filhão, é o papai. Sim. Me diz, filho, o seu pen drive é de quantos... Como é mesmo o nome?
Ah, obrigado, quantos gigas? Quatro gigas está bom? Ótimo. E tem outra coisa, o que era mesmo? Nossa conexão é USB? É? Que loucura. Então tá, filho, papai está comprando o teu pen drive. De noite eu levo para casa.
- Que idade tem seu filho?
- Vai fazer dez em março.
- Que gracinha...
- É isso moça, vou levar um de quatro gigas, com conexão USB.
- Certo, senhor. Quer para presente?
Mais tarde, no escritório, examinou o pen drive, um minúsculo objeto, menor do que um isqueiro,
capaz de gravar filmes? Onde iremos parar? Olha, com receio, para o celular sobre a mesa.
"Máquina infernal", pensa.
Tudo o que ele quer é um telefone, para discar e receber chamadas. E tem, nas mãos,
um equipamento sofisticado, tão complexo que ninguém que não seja especialista ou
tenha a infelicidade de ter mais de quarenta, saberá compreender.
Em casa, ele entrega o pen drive ao filho e pede para ver como funciona.
O garoto insere o aparelho e na tela abre-se uma janela. Em seguida, com o mouse,
abre uma página da internet, em inglês. Seleciona umas palavras e um 'havy metal'
infernal invade o quarto e os ouvidos de Haroldo.
Um outro clique e, quando a música termina, o garoto diz:
- Pronto, pai, baixei a música. Agora eu levo o pen drive para qualquer lugar e
onde tiver uma entrada USB eu posso ouvir a música. No meu celular, por exemplo.
- Teu celular tem entrada USB?
- É lógico. O teu também tem.
- É? Quer dizer que eu posso gravar músicas num pen drive e ouvir pelo celular?
- Se o senhor não quiser baixar direto da internet...
Naquela noite, antes de dormir, deu um beijo em Clarinha e disse:
- Sabe que eu tenho Bluetooth?
- Como é que é?
- Bluetooth. Não vai me dizer que não sabe o que é?
- Não enche, Haroldo, deixa eu dormir.
- Meu bem, lembra como era boa a vida, quando telefone era telefone, gravador era gravador,
toca-discos tocava discos e a gente só tinha que apertar um botão, para as coisas funcionarem?
- Claro que lembro, Haroldo. Hoje é bem melhor, né?
Várias coisas numa só, até Bluetooth você tem.
- E conexão USB também.
- Que ótimo, Haroldo, meus parabéns.
- Clarinha, com tanta tecnologia a gente envelhece cada vez mais rápido.
Fico doente de pensar em quanta coisa existe, por aí, que nunca vou usar.
- Ué? Por quê?
- Porque eu recém tinha aprendido a usar computador e celular e tudo o que sei já está superado.
- Por falar nisso temos que trocar nossa televisão.
- Ué? A nossa estragou?
- Não. Mas a nossa não tem HD, tecla SAP, slowmotion e reset.
- Tudo isso?
- Tudo. Boa noite, Haroldo, vai dormir.

domingo, 28 de novembro de 2010

Maritacas



Maritacas que nos visitaram hoje, na porta de casa.





Ciranda do Amor

Linda ciranda que cantamos no minicurso do professor Ikeda: Educação Musical e Etnomusicologia - Cultura popular na educação: o lúdico... bem além da diversão, ministrado na II Semana de Educação Musical do Instituto de Artes da UNESP, que aconteceu na semana passada (22/11 a 26/11/2010).

Ciranda do amor
(João da Guabiraba e Edson Vieira)

Quero saber quantas estrelas tem no céu
Quero saber quantos peixes tem no mar
Quero saber quantos raios tem o sol
Eu só desejo é a luz do seu olhar

Não sei meu amor
Não sei, eu não posso falar
Só sei meu amor
Foi na ciranda
Que aprendi a te amar

sábado, 20 de novembro de 2010

Genial

Se eu fosse a professora do Calvin, daria nota 10.

Indiana Jones

Meu herói predileto de todos os tempos é Indiana Jones e a minha ordem de preferência dos filmes é:

1. Indiana Jones e a última cruzada (terceiro filme)
2. Indiana Jones e os caçadores da arca perdida (primeiro filme)
3. Indiana Jones e o templo da perdição (segundo filme)
4. Indiana Jones e o reino da caveira de cristal (quarto filme)

Quando soube que iriam lançar um quarto filme da série, fiquei super animada. Fiz questão de ir ao cinema na estreia do filme, vestindo minha camiseta do Indiana Jones (que guardo com muito carinho e só uso em ocasiões especiais). Foi uma grande decepção. Acho que os roteiristas não souberam continuar a saga, porque colocar Et's foi uma "forçação de barra". Gostei da ideia de a moça do primeiro filme aparecer e tal, mas ficou uma história sem pé nem cabeça, cuja explicação eram os Extraterrestres. Eu sempre falo, se você quiser escrever uma história maluca e não souber como terminar, ou coloque Et's ou coloque manicômios e loucos. Aí está tudo resolvido (mal resolvido, mas tudo bem).
Eu desconsidero o quarto filme. Para mim a saga termina no terceiro, com os 4 heróis calvagando rumo ao horizonte, ao encontro do por do sol. Final perfeito para uma saga perfeita.
Pena que fizeram o quarto para estragar. De qualquer forma, sempre quando passa na TV eu assito, mas este é o último na minha ordem de preferência.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Aniversário de 25 anos de Calvin e Haroldo

Hoje faz 25 anos que foi publicada a primeira tirinha de Calvin e Haroldo. Algumas pessoas resolveram fazer uma homenagem e eu escolhi este desenho do Rodrigo Chaves, que está no seu blog Contratempos Modernos. Lá você poderá ver qual foi a primeira tirinha da dupla!



quarta-feira, 17 de novembro de 2010

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Ainda bem que Cristovão Colombo era solteiro

Contribuição do meu amigo Dom Moleiro!

Se Cristóvão Colombo tivesse tido uma esposa, seria obrigado a ouvir coisas assim e teria desistido:
- E por que é você que tem que ir?
- E por que eles não mandam outro?
- Você está louco ou é idiota?
- Você não conhece nem a minha família e quer ir descobrir o novo mundo!
- E só vai homem nessa viagem? Acha que eu sou idiota?
- E por que eu não posso ir, se você é o chefe?
- Desgraçado, não sabe mais o que inventar para sair de casa!
- Se cruzar esta porta eu me vou embora para a casa da minha mãe! Seu sem-vergonha!
- Quem é Pinta? E quem é essa tal Nina? Essa Maria, filha da puta, que ainda se diz Santa?
- Tinhas tudo planejado, maldito! Vais encontrar-te com umas índias piranhas!
- Pensa que me enganas?
- A rainha Isabel vai vender suas jóias para você viajar? Acha que sou maluca ou o quê? O que é que você tem com essa piranha velha?
- Você não vai a lugar nenhum! Você vai é cair num barranco porque o mundo é achatado, sua besta!

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Calvin e Haroldo

Eu adoro as histórias de Calvin, um menino de seis anos, e Haroldo, seu tigre de pelúcia que adquire vida na imaginação do menino.
Tenho vários livros com as tirinhas de Bill Watterson, criador dos personagens e as recebo diariamente no meu e-mail. Decidi compartilhar a que eu recebi hoje, porque foi uma das que eu mais gostei. Se você gosta de quadrinhos, sugiro visitar o site http://www.gocomics.com/. Lá que eu fiz a assinatura para receber diariamente Calvin e Haroldo na minha caixa postal, mas você pode escolher o personagem que mais lhe agrada.






domingo, 14 de novembro de 2010

Puxada de Cavalos em Pomerode

Novamente Pomerode é palco da Puxada de Cavalos, evento que tem como finalidade os maus-tratos animais. Se você quiser ajudar a divulgar isto que acontece na cidade, fica a sugestão de enviar um e-mail para a OIPA (Organização Internacional para a Proteção Animal): paola.ghidotti@oipa.org
Abaixo segue o e-mail que eu enviei. Se você quiser ajudar, fique à vontade para copiá-lo e enviar também. Seria legal que cada um que enviasse um e-mail, deixasse um comentário aqui no blog, só para termos ideia de quantas pessoas se manifestaram, mas isto fica a critério de cada um!

Dear Sirs,
I am writing in order to denounce an animal abuse that happens in Pomerode city, located at Santa Catarina State, in Brazil.
It is supposed to be a competition among the horses` owners to see which one is the strongest. The horses are forced to pull heavy logs for a distance. While the horses are succeeding, they are obbligated to pull heavier and heavier logs, until they can`t stand it anymore.
The sad thing is that some vets and the city authorities support this competition.
If it is possible I would like to ask you to publish in your website a campaign against this brutality that happens in Pomerode/Brazil.
Best regards,


Pinguim de estimação

Este é Lala, um pinguim de estimação. Ele gosta de passear e tem seu próprio quarto, com direito a um ar-condicionado refrescante. Só podia ser no Japão!

sábado, 13 de novembro de 2010

Hipopótamo de estimação

Quem acompanha o blog há alguma tempo sabe o quanto eu gosto de animais, principalmente de cachorros, tartarugas e hipopótamos.
Meu sonho era ter um hipopótamo de estimação, mas sempre achei impossível. Aqui está alguém que provou o contrário. Apresento a todos a hipopótamo Jéssica!
TAMBÉM QUERO UMA!!!

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Fofura na palma da mão

Isto foi uma das coisas mais fofas que eu vi na vida. Quero um para mim!!!

Resposta do eu E-mail/Cartão

No post anterior comentei que enviei um e-mail para um estabelecimento com os termos do cartão. Achei legal que a empresa deu retorno. Espero sinceramente, que eles mudem de atitude.


Prezada Sra. Carolina.

Inicialmente gostaríamos de agradecer a sua iniciativa em nos procurar e informar que as suas observações foram encaminhadas para análise dos responsáveis. Ressaltamos que toda e qualquer sugestão ou manifestação de nossos clientes é sempre bem vinda, uma vez que as mesmas oportunizam o aprimoramento dos nossos serviços.

Ficamos à sua disposição para novos contatos através do e-mail xxxx ou através da nossa Central de Relacionamento com o Cliente no telefone 0800 xxx xxxx, das 8h às 20h de Segunda à Sábado.

Atenciosamente.

Fulana de Tal

Central de Relacionamento com o Cliente

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

The book of Noise - O livro do Barulho/Ruído

Estou lendo um livro chamado "The book of Noise" (O livro do Barulho/Ruído), cujo autor é R. Murray Schafer.
O livro discute a questão da poluição sonora no planeta e nos chama a atenção para os danos que ela pode causar.
Em dado momento do livro o autor discute a questão dos estabelecimentos que colocam música alta para seus clientes, sejam eles restaurantes, lojas, supermercados, etc.
Quem já não teve o desprazer de fazer compras ao som ensurdecedor de uma música muitas vezes desagradável e de péssimo gosto? Já fui em muitos restaurantes onde a música estava tão alta que eu não conseguia ouvir o que meu amigo estava falando. Isto é lazer? Isto é diversão? Eu queria era sair de lá o mais rápido possível para ir a um lugar mais calmo, onde conseguisse conversar com as pessoas.
Também já deixei de entrar em lojas por causa do som alto que estava lá dentro. E não falo apenas de lojas populares, que colocam aquele som na porta, com péssimas músicas no último volume. Algumas lojas de "grifes", em Shopings badalados também cometem o mesmo pecado.
Schafer discute isto no seu livro e fala de uma organização em Vancouver (Canadá), chamada "The Right to Quiet Society" (O Direito à uma Sociedade Silenciosa), que começou a produzir cartões com o seguinte texto:

To the Manager:
I left your establishment WITHOU BUYING ANYTHING because of your ANNOYING MUSIC. I dislike being forced to listen to music when I don't want to. If you decide to turn it off, I will happily return.

TRADUÇÃO:

Para o Gerente:
Eu deixei seu estabelecimento SEM COMPRAR NADA por causa da sua MÚSICA IRRITANTE. Eu não gosto de ser forçado a escutar música quando eu não quero. Se você decidir desligá-la, eu alegremente voltarei.

A proposta é que as pessoas deixem cartões como este nos estabelecimentos que visitarem para ver se provocam alguma mudança. Outras organizações estão fazendo cartões cumprimentando o estabelecimento por seu ambiente silencioso.

A ideia é legal. Não dá para prever os resultados, mas nos EUA e no Canadá, o movimento anti-fumo começou da mesma forma.

Esta questão do barulho existente em nossa paisagem sonora é interessante. Não é ser intolerante com qualquer coisa, mas faça o teste: feche os olhos e escute todos os sons que te rodeiam. Quais te incomodam? Quais sons te agradam? Quais deles você efetivamente deseja ouvir?

Poluição sonora é coisa séria e causa diversos impactos em nossa vida. Recomendo a leitura e reflexão sobre o tema.

OBS: Fiz um teste - mandei um e-mail para um estabelecimento com o texto do cartão. Vamos ver se surte algum efeito.

Audioteca Sal e Luz

Recebi e-mail solicitando divulgação. Leia até o final e assista o vídeo. Talvez você conheça alguém que possa se beneficiar com este trabalho.

Audioteca Sal e Luz


Caros amigos,
Venho por meio deste e-mail divulgar o trabalho maravilhoso que é realizado na Audioteca Sal e Luz e corre o risco de acabar. A Audioteca Sal e Luz é uma instituição filantrópica, sem fins lucrativos, que produz e empresta livros falados (audiolivros). Mas o que seria isto? São livros que alcançam cegos e deficientes visuais, (inclusive os com dificuldade de visão pela idade avançada) de forma totalmente gratuita. Seu acervo conta com mais de 2.700 títulos que vão desde literatura em geral, passando por textos religiosos até textos e provas corrigidas voltadas para concursos públicos em geral. São emprestados sob a forma de fita K7, Cd ou MP3.

E agora, você está se perguntando: O que eu tenho a ver com isso? É simples. Nos ajude divulgando. Se você conhece algum cego ou deficiente visual, fale do nosso trabalho. DIVULGUE! Para ter acesso ao nosso acervo, basta se associar na nossa sede. Não precisa ser morador do Rio de Janeiro. Endereço:

Rua Primeiro de Março, 125 - 7o. andar
Centro
Rio de Janeiro - RJ
20010-000
Telefone: +21 2233-8007 E-mail: audioteca@audioteca.org.br
Horário de atendimento: Terça a Quinta das 8h às 16h

A outra opção, foi uma alternativa que se criou face a dificuldade de locomoção dos deficientes na nossa cidade. Eles podem solicitar o livro pelo telefone, escolhendo o título pelo site, e enviaremos gratuitamente pelos Correios. A nossa maior preocupação reside no fato que, apesar do governo estar ajudando imensamente, é preciso apresentar resultados. Precisamos atingir um número significativo de associados, que realmente contemplem o trabalho, se não ele irá se extinguir e os deficientes não poderão desfrutar da magia da leitura. Só quem tem o prazer na leitura, sabe dizer que é impossível imaginar o mundo sem os livros...
Ajudem-nos, divulguem!

Atenciosamente,
Christiane Blume - Audioteca Sal e Luz